Está liberada a partir de 1º de abril a colheita, comercialização e transporte do pinhão em Santa Catarina, conforme estabelece a legislação ambiental. A liberação ocorre após o período de defeso, que vai de janeiro a março, quando a coleta é proibida para garantir a maturação das sementes e a preservação da araucária.
Durante o defeso, a fiscalização é intensificada por órgãos como o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, e o descumprimento das regras pode resultar em multas e apreensão do produto.
Na região do Planalto Norte, incluindo São Bento do Sul, a expectativa para a safra de 2026 é considerada de moderada a boa. As condições climáticas contribuíram para uma melhor formação das pinhas, embora a produção da araucária varie naturalmente de um ano para outro.
Com a liberação, o pinhão volta a movimentar a economia regional, sendo fonte de renda para produtores e presença tradicional na alimentação durante os meses mais frios. A orientação é para que o consumo seja feito apenas de produtos de origem legal, garantindo a sustentabilidade da espécie.